Um PDF com a assinatura de quem entregou, e — do lado de cada número — a definição do que ele é e do que ele não é. Métrica sem definição é promessa: quem lê preenche o significado com o que gostaria que fosse.
Pessoas alcançadasAberturas da página, contadas uma vez por sessão. Não são pessoas únicas — quem abre no celular e depois no computador aparece duas vezes, e o relatório diz isso.
Artes criadasCada peça montada e entregue, somando todos os formatos. Não é número de pessoas: quem gera dois formatos conta duas peças, porque são duas que circulam.
Taxa de conclusãoDe cada cem que abriram, quantas saíram com a peça. Sai do funil, e não de downloads divididos por visitas — essa conta infla o resultado.
Exposições da marcaCada vez que a logomarca apareceu, na peça entregue ou no rodízio do telão. Não é impressão de anúncio e não deve ser comparada com uma.
Cliques na marcaToques no link do patrocinador. O que acontece depois do clique é do site da marca — não medimos, e não fingimos medir.
Tempo de telaMinutos somados em que a marca esteve visível no telão, medidos por pulsos da própria tela. Tela desligada ou sem rede não conta.
Cupons usadosNo modo individual, quantos códigos tiveram baixa no caixa — não quantos foram desbloqueados. É a diferença entre interesse e conversão.
Custo por arte entregueO investimento informado dividido pelo que foi efetivamente entregue. É a linha que se compara com brinde, impresso e mídia paga.
O que NÃO está no relatório, dito por nós antes de perguntarem: alcance nas redes depois que a peça sai daqui. Ela vai para o celular da pessoa e o que acontece depois acontece dentro de contas privadas de terceiros. Número de alcance estimado que outros fornecedores apresentam é multiplicação de suposição, não medição.