Política de Privacidade
Última atualização: 26 de agosto de 2026
Resumo honesto, em quatro linhas. No caminho comum, a sua foto é montada dentro do seu aparelho e não sai dele. Ela só sai se você tocar para aparecer no telão do evento, ou se a foto for tirada pela equipe do evento. Contato só existe se o organizador ligar a captação — em parte dos eventos ele é opcional, em outros é o que libera o download, e a tela diz qual é o caso. Em evento com ingresso, o organizador também pode trazer a lista da bilheteria: os itens 4.4 e 4.10 explicam os dois caminhos.
1. Quem é responsável
Esta plataforma é operada por W G de Oliveira Consultoria e Marketing - ME, CNPJ 42.848.121/0001-38, nome fantasia Ágora Comunicação e Marketing Digital, com sede em Araraquara/SP. Contato para assuntos de proteção de dados: willianoliveira@araraquaraagora.com.
2. Dois papéis diferentes, e por que isso importa para você
A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) separa quem decide o uso do dado de quem executa esse uso. Nesta plataforma os dois papéis existem:
Não é um papel só para tudo — depende do dado, e dizer "somos apenas operadores" para o conjunto inteiro seria impreciso a nosso favor:
- Foto, recado e autorização de exibição: quem decide é o organizador do evento — ele é o controlador, e nós tratamos por conta e ordem dele.
- Contato do formulário e lista vinda da bilheteria: mesma coisa. O controlador é o organizador; nós operamos.
- Medição, limites contra abuso e registros técnicos (itens 4.1 a 4.3, 4.5, 4.7 e 4.9): aqui quem decide a finalidade somos nós, e nesses tratamentos nós somos os controladores.
- Cadastro, cobrança e suporte de quem contrata: controladores nós.
Consequência prática: para pedir exclusão do seu contato, o caminho mais curto é falar com o organizador do evento. Se preferir falar conosco, encaminhamos e acompanhamos.
Quando o evento é operado por uma agência sob a marca dela (marca branca), a marca visível muda, mas a identificação de quem opera a plataforma nunca é removida — você sempre consegue saber quem trata os seus dados.
3. A sua foto: onde ela fica, e quando ela sai
3.1 O caminho comum: ela não sai
Quando você escolhe uma foto ou usa a câmera, o arquivo é aberto pelo navegador do seu aparelho. O recorte, o ajuste, a aplicação da moldura e a geração do arquivo final acontecem dentro do seu celular. Nesse caminho a imagem não é enviada para servidor nenhum: nem nós, nem o organizador do evento a recebemos.
3.2 Quando ela sai: telão, mural e galeria
Se o evento tiver telão ou galeria e você tocar em "aparecer no telão", a imagem já pronta é enviada e guardada — porque não há outro jeito de ela aparecer numa tela que não é a sua. Isso nunca vem marcado por padrão.
Antes do envio, pedimos duas autorizações separadas: que você tem 18 anos ou é responsável legal por quem aparece na imagem, e que autoriza a exibição dela no telão e na galeria daquele evento. O texto exato que você leu fica gravado junto com a foto, com data e hora.
Quando o evento pede um recado (o livro de visitas), a frase que você escrever vai junto: aparece no telão, na galeria, e pode ser impressa num álbum. Vale a mesma autorização, o mesmo prazo e o mesmo direito de exclusão — apagar a foto apaga o recado junto.
A foto vai para armazenamento privado e passa pela aprovação da equipe do evento antes de ser exibida. Base legal: o seu consentimento (art. 7º, I da LGPD), dado na autorização acima — que é também a autorização de uso de imagem de que trata o art. 20 do Código Civil.
Sobre os endereços, porque são dois e valem prazos diferentes: o endereço interno da imagem é gerado na hora e vale 30 minutos. Já o link da sua foto — o do QR Code e o do e-mail — funciona até o prazo do evento acabar, e quem tiver esse link consegue ver a foto. Ele é seu; mande só para quem você quiser.
Encerrado o prazo definido pelo organizador, a foto sai do ar imediatamente — ninguém mais consegue abri-la, nem por link antigo. A remoção definitiva do arquivo é feita por uma varredura automática diária. Se você quiser a exclusão imediata, peça pelo contato do item 12: o arquivo é removido do armazenamento junto com o registro, em todos os formatos da mesma foto.
3.3 Quando o evento é uma campanha eleitoral
Se o evento é de campanha eleitoral, a autorização inclui uma declaração a mais, e ela é obrigatória: que você está ciente de que a imagem manifesta publicamente o seu apoio àquela candidatura, e de que ela poderá ser exibida e compartilhada como propaganda eleitoral.
Não é uma permissão — é uma ciência. A diferença importa quando a foto é tirada pela equipe do evento, num comício: você pode autorizar a exibição sem ter percebido que está declarando voto. Por isso a caixa trava o envio até ser marcada, e o texto fica gravado com a sua resposta.
3.4 Uso em divulgação — quando o evento pergunta
Alguns eventos acrescentam uma pergunta opcional na autorização do mural: se a organização, ou um patrocinador dela, pode usar a sua imagem em peça de divulgação. Ela aparece separada das outras, nasce desmarcada, e recusar não impede nada — a sua foto vai ao telão do mesmo jeito.
Só o que estiver marcado como liberado pode ser usado assim. Guardamos a sua resposta e o texto que você leu, inclusive quando a resposta é não.
3.5 Quando quem fotografa é a equipe do evento
Em alguns eventos a foto é tirada por um promotor, no celular dele, e entregue a você por QR Code. Nesse caso a imagem precisa ser enviada — é o que permite ela chegar ao seu aparelho. Valem as mesmas autorizações, o mesmo prazo de guarda e o mesmo direito de exclusão.
3.6 Remoção de fundo, GIF e vídeo
Quando o organizador liga esses recursos, o processamento também acontece no seu aparelho. A remoção de fundo baixa um modelo de reconhecimento de silhueta para o seu navegador (cerca de 9 MB no primeiro uso); a sua imagem não é enviada para nenhum serviço de inteligência artificial, nossa ou de terceiros.
Não há reconhecimento facial em lugar nenhum do sistema, e nenhuma imagem é usada para treinar qualquer modelo.
3.7 Quando é você quem manda a foto: o álbum de memórias
Alguns eventos abrem um álbum de memórias. Ali o caminho é o inverso do resto do sistema: em vez de você criar uma imagem que fica no seu aparelho, você envia uma foto, um vídeo ou um áudio que já tinha — junto de um recado, se quiser. Isso muda coisas que precisam estar ditas.
- O arquivo sai do seu aparelho e fica guardado conosco, em armazenamento privado. Ele não tem endereço público: é servido por link assinado que vence em 30 minutos.
- Tiramos os metadados antes de guardar. Foto e vídeo de celular costumam carregar modelo do aparelho, data, hora e — quando a localização está ligada — a coordenada de onde foram feitos. Nada disso é necessário para o álbum. Removemos de imagens JPEG, PNG e WebP e de vídeos MP4 e WebM, sem recodificar o arquivo — o vídeo que você recebe de volta tem exatamente os mesmos bytes de imagem e som que enviou.
- Quem organiza confere antes, quando o álbum estiver configurado assim, e pode recusar o envio.
- Quem vê depende de você. O organizador sempre. Os outros convidados, só se você autorizar a exibição — e só com o link. Recusar não impede o envio: a sua memória vai só para quem organiza.
- Você recebe um endereço privado ao enviar, e por ele pode ver e apagar o que mandou, a qualquer momento, sem falar com ninguém. Apagar remove o registro e os arquivos.
São três autorizações separadas, e você escolhe uma por uma:
- Guardar no álbum. A única obrigatória — sem ela não há envio, porque uma memória que não pode ser guardada não existe.
- Mostrar aos convidados. Opcional. Recusando, o seu envio fica só com quem organiza.
- Usar em divulgação. Opcional, e nasce recusada. É a autorização para o organizador ou um patrocinador usarem os seus arquivos em peça de divulgação. Sem ela marcada, ninguém pode.
Nenhuma vem pré-marcada, e nenhuma está embutida em outra: aceitar a primeira não autoriza a terceira. Base legal: o seu consentimento (art. 7º, I), colhido no momento do envio. Guardamos o texto exato que você leu, a versão dele e o momento — inclusive o registro do que você recusou.
4. O que efetivamente coletamos
4.1 Identificador de sessão (pseudônimo)
Para saber em que etapa as pessoas desistem, geramos um número aleatório quando a página abre e o guardamos apenas enquanto a aba estiver aberta. Ele acompanha os passos daquela visita: abriu, escolheu foto, ajustou, gerou, baixou, compartilhou.
Sendo direto sobre o que isso é: pseudônimo não é anônimo. Como é possível ligar uma sequência de a ções ao mesmo navegador durante aquela visita, isso é um identificador de comportamento e está declarado aqui como tal. O que este identificador não faz: não sobrevive ao fechamento da aba, não é ligado a nome, telefone, e-mail ou IP, e não permite reconhecer você em outro dia. (O cupom individual usa uma marca diferente, que dura mais — está no item 4.10.)
O mesmo identificador limita a contagem: uma exposição de patrocinador por pessoa por dia, um teto de gerações e downloads por visita. É o que impede que os números entregues a um patrocinador sejam inflados por repetição.
Base legal: legítimo interesse (art. 7º, IX da LGPD) — medir a ação e impedir contagem inflada, com os dados reduzidos ao mínimo descrito acima.
4.2 Contadores do evento
Totais por evento e por dia: visitas, gerações por formato e downloads. São números agregados, sem ligação com pessoa identificada. Base legal: legítimo interesse (art. 7º, IX).
4.3 Métricas de patrocinador e de telão
Quando o evento tem patrocinadores, contamos quantas pessoas distintas viram cada marca e quantas clicaram nela, por dia. Quando tem telão, contamos minutos em tela e fotos exibidas. Nada disso identifica quem viu ou quem clicou. Base legal: legítimo interesse (art. 7º, IX).
4.4 Cadastro voluntário de contato
Alguns eventos ativam um formulário opcional. Quando isso acontece, o organizador define quais campos pedir — normalmente nome, WhatsApp e e-mail.
O organizador escolhe quando o formulário aparece, e isso muda o que acontece se você fechar — então está dito aqui sem rodeio:
- Depois da foto pronta: o formulário é convite. Dá para fechar e a foto continua sua.
- Antes do download: deixar o contato é o que libera o arquivo. A própria tela avisa isso no momento em que pergunta.
Nos dois casos a base legal é o seu consentimento (art. 7º, I da LGPD), e você pode revogá-lo depois pelo contato do item 12.
Guardamos o texto exato que apareceu ao lado do botão, com data e hora. Consentimento que não se demonstra não vale, e é por isso que o texto fica junto.
Também registramos a origem do link (por exemplo, qual promotor ou parceiro divulgou), quando ela vem no endereço.
4.5 Reconhecimento do seu aparelho, dentro de um evento
Quando você cria alguma coisa — publica uma foto no mural ou manda uma memória —, o seu navegador guarda um código aleatório e o envia junto. Ele serve a uma coisa só: deixar você reencontrar depois, num endereço só, tudo que fez naquele evento.
Quatro limites, e eles fazem parte do desenho e não de uma configuração:
- É por evento. O código é sorteado para cada evento separadamente. Você em dois eventos são dois desconhecidos, e não há como ligar um ao outro.
- Não nasce na visita. Quem abre o link e vai embora não deixa nada. O código só é criado no momento em que você decide criar uma peça.
- Não guarda contato. Nem nome obrigatório, nem e-mail, nem telefone. O nome só aparece se você mesmo digitou em algum envio.
- Fica no seu aparelho. Não conseguimos chegar a ele a partir do seu nome. Limpar os dados do site faz o código desaparecer.
Se você quiser, pode deixar um e-mail nessa mesma página, para receber o endereço das suas coisas e voltar de outro aparelho. É opcional, tem consentimento próprio, e existe para uma finalidade: mandar de volta para você o que você mesmo criou.
- Quem organiza o evento não vê este e-mail. Ele não aparece no painel e não sai em exportação nenhuma — quem lê é o nosso servidor, para enviar. É diferente do formulário de contato do item 4.4, que é do organizador e tem finalidade própria.
- Não recebe divulgação. Nem nossa, nem de quem organiza, nem de patrocinador.
- Você apaga com um botão, na mesma página, sem falar com ninguém. Ele some também quando você manda esquecer o aparelho.
Você pode desfazer o reconhecimento quando quiser, em “esquecer este aparelho”, na página do evento. Isso apaga o vínculo — o que você criou continua onde estava, porque apagar conteúdo é um pedido diferente e tem o caminho próprio dele. Base legal: legítimo interesse (art. 7º, IX), com a revogação acima.
4.6 Marca técnica do endereço de origem, na publicação
Quando uma foto é enviada ao mural, guardamos uma marca embaralhada do endereço de rede — não o endereço. Ela serve a um propósito único: impedir que uma mesma origem inunde o telão com centenas de imagens. Não é usada para identificar, localizar ou perfilar ninguém, e não é cruzada com nada.
Sendo exato, como no item 4.1: essa marca é pseudônima, não anônima — e está declarada aqui como dado pessoal pelo mesmo motivo. Base legal: legítimo interesse (art. 7º, IX), na defesa do serviço contra uso abusivo.
4.7 Sorteio e cupom
Se o evento tiver sorteio, geramos um número de bilhete ligado à sua participação. Se tiver cupom para todos, registramos apenas que um código foi desbloqueado.
Se tiver cupom individual, o código é só seu e fica ligado à marca do seu aparelho (item 4.10) e à origem da conexão — é o que impede a mesma pessoa de pegar dez códigos. Quem dá baixa é a marca patrocinadora, num painel acessado por link: ela vê o código e a hora do resgate, não vê você. Nada disso entrega o seu contato à marca; se você preencheu o formulário, aquele contato continua sendo do organizador.
Base legal: consentimento e execução da promoção do organizador.
4.8 Registro técnico de erro
Quando algo quebra na página, registramos a mensagem de erro, o endereço do evento e a identificação do navegador — para consertar. Sem conteúdo de foto e sem dado de contato. Base legal: legítimo interesse (art. 7º, IX).
4.9 Dados de quem contrata — e de quem só pediu contato
De quem contrata a plataforma coletamos nome, e-mail, dados de cadastro e informações da transação. Bases legais: execução de contrato (art. 7º, V) e obrigação legal (art. 7º, II) para guarda fiscal.
De quem apenas preenche o formulário do nosso site — nas páginas de casamentos, formaturas, festivais, ativações de marca ou agências — coletamos nome, e-mail, WhatsApp (se você quiser deixar), o que você escreveu e qual página trouxe você. Usamos isso para responder e para saber quais páginas funcionam. Não vendemos, não repassamos e não usamos para anúncio. Base legal: consentimento (art. 7º, I), colhido no próprio formulário, com o texto e o momento gravados.
4.10 Marca do aparelho (só quando o evento tem cupom individual)
Se o evento distribui cupom individual, gravamos no seu navegador um número sorteado na hora. Ele não vem de cadastro nenhum e não diz quem você é: serve a uma coisa só, garantir uma pessoa, um cupom, para a marca não honrar mil descontos de trezentas pessoas.
Diferente do identificador de sessão do item 4.1, este fica guardado no navegador até você limpar os dados dele, e vale para qualquer evento neste mesmo endereço. Não é usado para publicidade, não é cruzado com nome, telefone ou e-mail, e some quando você limpa os dados do site. Base legal: legítimo interesse (art. 7º, IX), na integridade da promoção.
4.11 Lista vinda da bilheteria
Em evento com ingresso, o organizador pode conectar a plataforma de bilheteria e trazer a lista de participantes, para não pedir na fila o que você já digitou ao comprar.
Esses dados foram fornecidos por você à bilheteria, não a nós: a base legal para usá-los é do organizador, que é quem tem relação com você e com ela. Nós guardamos a origem marcada como "bilheteria" e não fabricamos um texto de consentimento que você nunca leu. Para saber por que está nessa lista, ou para sair dela, fale com o organizador — ou conosco, que encaminhamos.
4.12 Passaporte de feira: check-in e pontuação
Em feira e congresso, o evento pode ter um passaporte: você aponta a câmera para o código do estande e aquela visita fica registrada. É o que faz o percurso avançar e o brinde liberar.
O que guardamos de cada check-in é qual ponto, e quando, ligado ao reconhecimento do seu aparelho descrito no item 4.5. Não usamos GPS e não sabemos onde você está — sabemos que alguém com aquele código passou por ali, que é outra coisa. O código de cada ponto é sorteado pelo sistema e pode ter horário de validade.
O organizador vê quantas pessoas distintas passaram em cada estande e em que horário — número de circulação, não a sua trajetória individual.
4.13 Contato deixado para um expositor
Ainda em feira, você pode autorizar um estande específico a entrar em contato com você. É opcional, não é necessário para completar o passaporte nem para pegar o brinde, e a tela pergunta com o nome daquele expositor escrito.
Este é o único dado que vai para um terceiro: o expositor recebe o e-mail ou telefone que você digitou, junto do texto exato que você leu ao autorizar. A autorização vale só para aquele estande — quem autoriza a Marca A não autorizou a Marca B do corredor ao lado, e o sistema guarda uma permissão por estande, não uma lista geral do evento.
A partir da entrega, quem responde pelo uso é o expositor. Para sair da lista dele, fale com ele — ou conosco, que encaminhamos e apagamos o registro do nosso lado.
5. Com quem os dados são compartilhados
Não vendemos, alugamos nem cedemos dados. Usamos os seguintes operadores:
- Supabase — banco de dados, autenticação e armazenamento de arquivos, em região do Brasil (sa-east-1).
- Vercel — hospedagem e entrega das páginas.
- Mercado Pago — processamento de pagamento de quem contrata. Não temos acesso a dados completos de cartão.
- Resend — envio do e-mail com o link da sua foto, quando você pede a foto por e-mail. O endereço serve só para aquele envio: não entra em lista, não vira contato e você não recebe outra mensagem.
- O sistema que o organizador indicar (CRM, planilha ou servidor próprio), quando ele liga a integração: os contatos que você forneceu são enviados, assinados, ao endereço que ele cadastrou. A partir dali o tratamento é responsabilidade dele — inclusive quanto ao país onde esse sistema está.
- A plataforma de bilheteria que o organizador conectar, quando for o caso do item 4.10. O sentido é de lá para cá: lemos a lista dele, não enviamos nada.
- O expositor que você autorizar, em feira e congresso, e somente ele — nunca os demais. Vai o contato que você digitou e o texto que você leu ao autorizar. É o caso do item 4.13, e é o único em que um dado seu chega a outra empresa por escolha sua.
Também podemos compartilhar dados mediante ordem judicial ou requisição de autoridade competente.
6. Transferência internacional
O banco de dados e os arquivos ficam em região do Brasil (sa-east-1). A entrega de páginas e o envio de e-mail passam por fornecedores com servidores fora do país — nesses casos há transferência internacional, amparada nas cláusulas contratuais dos respectivos fornecedores, na forma do art. 33 da LGPD.
7. Por quanto tempo guardamos
- Foto publicada no mural: fica no ar pelo prazo definido pelo organizador. Encerrado o prazo, sai do ar na mesma hora; a remoção definitiva do arquivo é feita por varredura automática diária.
- Memória enviada ao álbum (item 3.7): pelo prazo que o organizador definir para aquele álbum — que pode ser diferente do prazo das fotos do mural. Sem prazo próprio, segue o do evento. Encerrado, o registro e os arquivos são removidos pela mesma varredura automática diária. Antes disso, você pode apagar quando quiser pelo endereço privado que recebeu.
- Identificador de sessão: só enquanto a aba estiver aberta. Os passos do funil ficam por até 90 dias, sem ligação com pessoa identificada.
- Código de reconhecimento do aparelho (item 4.5): fica no seu navegador até você limpar os dados do site ou pedir para esquecer. Do nosso lado, a linha some no mesmo instante em que você pede — e some junto quando o evento é apagado.
- E-mail que você deixou para receber suas coisas (item 4.5): até 2 anos, ou até você apagar — o que vier primeiro. Passado esse tempo, uma varredura automática remove.
- Marca do aparelho (item 4.10): fica no seu navegador até você limpar os dados do site. Do nosso lado, o registro do cupom acompanha o prazo do evento.
- Registros de acesso ao painel (quem entrou e quando): 6 meses, na forma do art. 15 do Marco Civil da Internet, e mais tempo quando houver requisição de autoridade.
- Contato consentido: até 2 anos, ou até você revogar o consentimento — o que vier primeiro. Vale para as três formas de deixar contato: na página do evento, num estande, e no formulário do organizador.
- Contadores e métricas: pela duração do contrato, por serem agregados.
- Pedido de contato pelo site (item 4.9): até 2 anos, ou até você pedir a exclusão — o que vier primeiro. Passado esse tempo sem virar conversa, o dado não serve mais para o que foi dado.
- Dados de contratação e cobrança: pelos prazos legais aplicáveis.
8. Seus direitos
A LGPD garante a você: confirmação de tratamento, acesso, correção, anonimização, portabilidade, eliminação, informação sobre compartilhamento e revogação do consentimento. Escreva para willianoliveira@araraquaraagora.com.
Prazos. Confirmação de que tratamos seus dados e acesso ao que temos: em até 15 dias, na forma do art. 19 da LGPD. Correção, eliminação e os demais pedidos: respondemos no mesmo prazo sempre que dependerem só de nós.
Se o pedido for sobre dados de um evento específico, precisamos do organizador, que é o controlador — nesse caso avisamos você do encaminhamento e do andamento.
9. Segurança
As fotos publicadas ficam em armazenamento privado, servidas apenas por endereço temporário. O acesso de cada cliente é isolado por regras aplicadas no próprio banco de dados, testadas automaticamente a cada alteração do sistema.
Sobre chaves, porque não são todas iguais: as chaves da nossa API são guardadas apenas como impressão criptográfica — nem nós conseguimos lê-las de volta. Já os segredos que precisamos usar para falar com sistemas de terceiros (assinatura de webhook, token de bilheteria) ficam guardados com leitura bloqueada até para o dono da conta: eles entram uma vez e não saem mais pela tela.
Nenhum sistema é imune. Em caso de incidente com risco relevante, comunicamos os titulares afetados e a ANPD, nos termos do art. 48 da LGPD.
10. Crianças e adolescentes
A plataforma é destinada a maiores de 18 anos. Reconhecemos, porém, que formaturas, festas escolares e eventos esportivos de base envolvem adolescentes — e proibir por escrito, sem nada no caminho da pessoa, não protege ninguém.
Por isso, no momento em que uma imagem sai do aparelho:
- é preciso declarar ter 18 anos ou mais, ou ser o responsável legal por quem aparece na imagem e autorizar em nome dele;
- a autorização é registrada com o texto lido, a data e a hora;
- o organizador pode exigir confirmação de idade já na entrada do evento, quando a natureza da ação pedir.
Uma pergunta em tela registra uma declaração; ela não verifica documento, e não afirmamos o contrário. Identificada a participação de menor sem autorização do responsável, o conteúdo é removido mediante solicitação ao contato do item 12.
11. Mudanças nesta Política
Podemos alterar este texto para refletir mudanças no produto ou na lei. A data no topo indica a última revisão. Alterações relevantes são comunicadas a quem contrata.
12. Contato e encarregado de dados
Encarregado pelo tratamento de dados pessoais (art. 41 da LGPD): Willian Guilherme de Oliveira, pelo e-mail willianoliveira@araraquaraagora.com. É a ele que se dirigem os pedidos do item 8 e as comunicações da ANPD.
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