Rino para festivais, shows e eventos ao vivo

Seu público não assiste.
Seu público acontece.

Celulares, telões e o espaço físico viram uma experiência coletiva — que continua circulando muito depois do último show.

Público de festival diante de um telão com fotos da plateiaEu estive aqui

O problema de hoje

Uma arena inteira.
Nenhum registro.

Festival é o evento com mais gente e menos memória organizada. Tudo o que acontece se dissolve em stories que ninguém junta — e o patrocinador paga sem saber o que levou.

O sinal cai justamente na horaArena lotada é onde a rede morre. Se a experiência depende de internet no aparelho da pessoa, ela para no momento de maior público.
O instagramável atende um por vezUma estrutura física serve quem couber na fila dela, e a arena inteira passa do lado. Cenário digital não tem fila: dez mil pessoas fazem a sua ao mesmo tempo, no gargalo da entrada ou no meio do show.
O telão fica pedindo hashtagMosaico alimentado por rede social exige que a pessoa poste, marque certo e espere. A maioria não faz, e a tela fica repetindo as mesmas seis fotos.
O patrocinador leva uma foto do estandeSem tempo de tela medido e sem exposição contada, a prestação de contas do patrocínio é uma apresentação de fotos bonitas.

Não é um recurso. É uma plataforma.

Sete módulos.
Um só QR.

A pessoa aponta a câmera para um código e entra. Sem instalar, sem cadastrar, sem depender de rede social. O que ela encontra depende do que você ligou.

01
Criação

A peça que a pessoa leva

Cinco formatos com a identidade da campanha, montados no aparelho de quem participa. Foto, GIF e vídeo com som, com remoção de fundo opcional.

02
Live

O telão que reage

Mosaico ao vivo com moderação antes de ir ao ar, rodízio de patrocinadores por cota e tempo de tela medido pela própria tela.

03
Memórias

O que fica depois

Galeria do evento, livro de visitas com recado junto da foto, e álbum pronto para imprimir. Álbum colaborativo com envio pelo convidado vem em breve.

04
Medição

O funil sem inflar

Cada passo contado uma vez por pessoa. Repetir a ação não aumenta o número — é o que separa alcance real de contagem otimista.

05
Ativação

Dados com propósito

Perguntas próprias, contato com o texto do consentimento gravado junto, e entrega ao seu CRM no mesmo instante — não por planilha no dia seguinte.

06
Recompensa

Cupom que se comprova

Código individual por pessoa e painel de baixa no caixa da marca. Pela primeira vez o número é "quantos foram usados", não só "quantos foram entregues".

07
Jornada · em breve

Missões pelo espaço

Desafios que movimentam o público entre palcos, estandes e patrocinadores, com progressão e selos. Em construção.

Telão de festival exibindo um mosaico de fotos do público.
O mosaico enche com quem está ali, e não com quem lembrou de postar com a hashtag certa.
Arena de festival à noite, com o público de braços erguidos diante do telão de rostos.
A arena inteira olhando para uma parede feita das próprias caras. É o instante em que o público para de assistir e vira parte do show.

Experimente agora

Use uma foto sua.
Veja em dois toques.

Escolha uma moldura, escolha uma foto. São modelos prontos — no seu evento ela leva a sua identidade, e a montagem acontece exatamente assim.

Prévia da moldura festival, ainda sem fotoSua foto aparece aqui

Sua foto não sai deste aparelho. A montagem acontece dentro do seu navegador: nada é enviado para nós nem para ninguém, e a imagem some quando você fecha esta aba.

Quem já usou

Não somos nós
dizendo que funciona.

As pessoas saíram com a foto pronta no celular e eu saí com a lista de quem esteve lá. Antes eu tinha uma coisa ou outra, nunca as duas.
Geisa Ferreira da SilvaDiretora Comercial · Araraquara AgoraEmpresa do fundador
Levei para um evento nosso sem saber o que esperar. O que me convenceu foi ver a fila andando, a experiência compartilhada e a interação entre as pessoas. Foi muito bacana de ver e surpreendeu todo mundo. Foi a ativação que mais repercutiu.
Syndval Walney Olgado SalvadorFundador do Grupo Sinsef

Patrocínio por cota

Cada marca aparece
na medida que pagou.

Festival costuma ter cota diamante, ouro e prata na mesma noite. O rodízio do telão distribui a tela pelo peso de cada uma — e intercala, para que a cota menor não fique amontoada num único bloco da madrugada.

CotaPresença no rodízio do telãoPesoFatia da tela
Diamante
8×53%
Ouro
4×27%
Prata
2×13%
Bronze
1×7%

A sequência é determinística: a mesma configuração produz sempre o mesmo rodízio. Dá para mostrar ao patrocinador, antes do evento, exatamente o que ele vai receber — e provar depois que recebeu.

O documento do fim

O que o chefe dele
recebe depois.

Um PDF com a assinatura de quem entregou, e — do lado de cada número — a definição do que ele é e do que ele não é. Métrica sem definição é promessa: quem lê preenche o significado com o que gostaria que fosse.

Pessoas alcançadasAberturas da página, contadas uma vez por sessão. Não são pessoas únicas — quem abre no celular e depois no computador aparece duas vezes, e o relatório diz isso.
Artes criadasCada peça montada e entregue, somando todos os formatos. Não é número de pessoas: quem gera dois formatos conta duas peças, porque são duas que circulam.
Taxa de conclusãoDe cada cem que abriram, quantas saíram com a peça. Sai do funil, e não de downloads divididos por visitas — essa conta infla o resultado.
Exposições da marcaCada vez que a logomarca apareceu, na peça entregue ou no rodízio do telão. Não é impressão de anúncio e não deve ser comparada com uma.
Cliques na marcaToques no link do patrocinador. O que acontece depois do clique é do site da marca — não medimos, e não fingimos medir.
Tempo de telaMinutos somados em que a marca esteve visível no telão, medidos por pulsos da própria tela. Tela desligada ou sem rede não conta.
Cupons usadosNo modo individual, quantos códigos tiveram baixa no caixa — não quantos foram desbloqueados. É a diferença entre interesse e conversão.
Custo por arte entregueO investimento informado dividido pelo que foi efetivamente entregue. É a linha que se compara com brinde, impresso e mídia paga.

O que NÃO está no relatório, dito por nós antes de perguntarem: alcance nas redes depois que a peça sai daqui. Ela vai para o celular da pessoa e o que acontece depois acontece dentro de contas privadas de terceiros. Número de alcance estimado que outros fornecedores apresentam é multiplicação de suposição, não medição.

Quando o público entra na história, o evento não acaba no último show: ele continua circulando no celular de cada pessoa que esteve lá.

Faça o público
virar o espetáculo.

Quero ativar meu público ↗

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A gente responde com o caminho para o seu caso — sem robô e sem formulário de dez campos.