Uma camada de participação para provas de rua: temporada com equipes antes da largada, importação da cronometragem que você já usa, e a peça de chegada montada com o tempo oficial — não com um molde bonito e um número digitado à mão.
Uma prova dura duas horas. A lembrança dela dura o ano.
A inscrição
Vira temporada, e não uma linha numa planilha
Quem se inscreve entra numa temporada com semanas e numa equipe, e a equipe pontua junto — então o corredor de dez minutos por quilômetro importa para o resultado do time tanto quanto o de quatro. O passaporte é dele e não depende de baixar aplicativo nenhum.
A cronometragem
Vira resultado, com histórico e sem sobrescrever nada
O CSV do cronometrista entra como veio, em qualquer dos formatos que o mercado usa. Arquivo corrigido não apaga o anterior: cria uma versão nova e aposenta a antiga, porque "o tempo mudou depois" é pergunta que aparece e apagar a resposta não é organização.
O resultado
Vira peça — e só quando ele é oficial
A peça do corredor é montada com o tempo dele, o pace, a distância e o número do peito. Se o resultado ainda é provisório, ela não sai: uma peça com o tempo errado circula para sempre, e quem confere isso é o banco, não a tela.
A peça de chegada
Ela não sai antes do tempo oficial. E esse é o ponto.
Quase todo brinde digital de corrida é um molde onde alguém digita o tempo. Funciona até o dia em que o tempo digitado está errado — e aí a peça errada é a que circula, porque já saiu do nosso alcance no primeiro compartilhamento. Aqui a sequência é a mesma toda vez, e o banco é quem confere.
01
O arquivo do cronometrista entra
CSV de qualquer fornecedor — ponto e vírgula ou vírgula, cabeçalho em português ou em inglês, tempo em hh:mm:ss ou mm:ss. O importador lê os dois jeitos porque o mercado usa os dois, e um número de peito que não existe na inscrição vira linha recusada com o motivo escrito, não erro no meio do lote.
02
O resultado vira versão, e a anterior não some
Arquivo corrigido não sobrescreve nada: cria uma versão nova e aposenta a anterior. O histórico fica, porque "o tempo mudou depois" é uma pergunta que aparece, e apagar a resposta não é organização.
03
A peça entra na fila — só se o resultado for oficial
A conferência é do banco, e não da tela. Entre o momento em que o sistema achou que podia e o momento de gerar, o organizador pode ter desclassificado alguém — e quem decide por último precisa ser quem tem o dado, não quem tem a aba aberta.
04
Se der errado, o pedido não some
Falha de geração fica registrada como falha, com o motivo, e continua visível para o trabalhador que vai tentar de novo. O que não acontece é o pedido evaporar e o corredor ficar esperando uma peça que ninguém sabe que ele pediu.
O que o patrocinador recebe
Todo número vem com o que ele não afirma.
Um número sem limite escrito vira, na apresentação, uma afirmação que ninguém mediu — e é sempre a marca que paga a conta disso depois. As definições abaixo saem do banco junto com os números, e vão para o relatório sem passar por reescrita.
Passaportes ativados
Corredores únicos que concluíram a ativação do Passaporte no período. Não é o total de inscritos, nem prova presença na largada.
Compartilhamentos acionados
Toques em compartilhar ou aberturas do menu nativo de compartilhamento. Não comprova que a publicação aconteceu, nem diz quantas pessoas viram.
Ativações abertas
Aberturas válidas de uma experiência patrocinada. Não equivale a atenção consciente, a compra, nem a presença física no ponto.
Benefícios resgatados
Benefícios cuja validação de resgate foi confirmada. Não equivale a venda sem uma integração comercial que confirme isso.
Primeiras provas
Conte a sua prova.
O módulo está pronto na plataforma e as primeiras corridas estão sendo agendadas. Se você organiza uma prova de rua — ou patrocina uma —, a conversa começa pelo calendário e pelo cronometrista que você já usa.